As direitas quilométricas que construíram a fama de Jeffreys Bay. As direitas quilométricas que construíram a fama de Jeffreys Bay. Foto: WSL

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segunda, 03 julho 2017 15:23

Quatro surfistas têm vindo a dominar J-Bay nos últimos 15 anos

Conhece os nomes que têm vindo a dominar a etapa mundial da África do Sul… 

 

A próxima etapa do World Championship Tour da WSL é o Corona Open J-Bay, que acontece entre 12 e 23 de julho, mas é bom que se saiba que são quatro os surfistas que têm vindo a dominar o evento nos últimos 15 anos. Fixa estes nomes: Kelly Slater, Mick Fanning, Jordy Smith e Joel Parkinson. 

 

Kelly Slater

Slater venceu o evento em 2003, 2005 e 2008 (mas já havia vencido em 1996). A par do amigo Mick Fanning, o norte-americano é o surfista que mais vitórias detém em Jeffreys Bay. Foi precisamente na década de 2000 que o antigo campeão mundial alcançou pela última vez o topo do pódio na África do Sul. No entanto, apesar da qualidade que lhe é reconhecida, Slater não sente o saber da vitória (nem a chegada à final) em J-Bay desde 2008. A temporada tem sido lenta e morna para o melhor surfista de todos os tempos, porém, não é carta fora do baralho para a edição 2017 do J-Bay. 

 

 

Joel Parkinson

Parko venceu o evento em 2009 (mas já havia vencido em 1999 quando foi wildcard com apenas 18 anos de idade). Juntamente a Jordy Smith, detêm cada um duas vitórias nas direitas de J-Bay e estão, obviamente, na lista dos favoritos para este ano. O surfista australiano, que gosta de usar o rail e meter pressão em fortes rasgadas, é, muito provavelmente, um dos que têm o surf mais indicado para as longas paredes de J-Bay. Na carreira, Joel tem quase tantos heats realizados por aqui quanto Slater (cerca de 66) e regista uns impressionantes 71 pontos percentuais de vitórias. A última vez que esteve presente numa final foi em 2014, precisamente com o amigo Mick Fanning que acabou por levar de vencida o duelo aussie

 

 

Jordy Smith

Smith venceu o evento em 2010 e 2011. O gigante sul-africano foi construído e moldado em Durban, a “surf city” por excelência do país, mas não se deixem enganar: conhece Jeffreys como a palma da sua mão. As duas vitórias que conseguiu por lá, consecutivamente, são uma verdadeira prova da sua qualidade e conhecimento local. Neste momento, em terceiro lugar no ranking mundial, depois de um fantástico 1.º lugar conseguido em Bells Beach, este pode bem ser o ano onde vencerá novamente em casa e em frente aos fãs. 

 

 

Mick Fanning

Fanno venceu o evento em 2002, 2006, 2014 e 2016. O australiano é definitivamente um dos mais consistentes na etapa sul-africana, pois, além das vitórias alcançadas, ele também fez parte de todas as finais desde 2011… incluindo a de 2015, com Julian Wilson, que não terminou, devido à visita inesperada e aterradora de um tubarão-branco. De acordo com a WSL, o desempenho de Fanning em Jefrreys só tem tendência a melhorar com o passar dos anos. Vejamos, em 58 baterias disputadas a percentagem de sucesso é de 81% (superando os 76% de Kelly Slater). 

 

 

Dois surfistas estão fora desta lista embora também tenham vencido em J-Bay nos últimos 15 anos. Falamos do saudoso Andy Irons, que levantou o troféu em 2004, e de Taj Burrow, que venceu em 2007 e está correntemente reformado. 

 

Resta sublinhar que Jeffreys Bay é uma onda de performance que exige desempenhos de classe mundial. Juntamente a muitas outras do planeta Terra, é uma onda difícil, uma das que serve de base e ajudou a formar o conceito de “Dream Tour”.

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