quarta-feira, 09 outubro 2013 11:58

KIKAS: O NOVO MENINO DE OURO DO SURF PORTUGUÊS

À Surf Total, falou sobre o panorama atual do surf português e sobre as suas próximas viagens.

 

 

Está no top 100 do ranking da ASP. É o novo “menino de ouro” do surf  português. A próxima bateria em que entrar, no Moche Rip Curl Pro, é contra o 11 vezes campeão do Mundo, Kelly Slater. Tarefa difícil, dizemos nós. Mas, neste momento, Frederico Morais tem o país todo com ele. Há dias, no Guincho, esteve à conversa com a Surf Total.

Por Patrícia Tadeia

 

ST: Este ano foi um ano de vitórias para ti. A que te soube a vitória na Liga Moche?

Muito bem! É uma vitória de um ano cheio de trabalho da minha parte e das pessoas que me acompanham e de uma liga consistente. Correu bem e estou muito feliz de ter sido campeão aqui no Guincho.

 

ST: Acabaste por “roubar” o título ao Vasco Ribeiro. Sei que são muito amigos. Isso atrapalha a vossa amizade?

Isso não interfere nada entre nós. Gostava que ele tivesse estado na luta pelo título, seria engraçado, mas para o ano há mais.

 

ST: Qual é o balanço que fazes deste ano de trabalho?

Até agora este ano tem sido muito bom para mim, tanto a nível nacional como internacional. Tenho tido resultados bons e bastante significativos. E pronto ainda não acabou, para mim faltam 3 etapas do WQS, uma aqui em Carcavelos e duas no Havai e espero dar-me  bem, tenho vindo a trabalhar para isso! Depois disso é voltar para cá e passar o natal e aniversário aqui em Portugal.

 

ST: Como é estar no top 100 dos melhores do mundo?

Dá-me uma força maior porque estando nos Primes o acesso ao WCT é mais fácil porque os Primes dão mais pontos. Logo para o ano que vem, o meu sonho já passa a ser tentar qualificar-me para o WCT e não apenas tentar entrar nos Primes. Dei um grande salto na minha carreira neste momento, e para o ano é começar de novo.

 

ST: Como vês a realização de tantos eventos agora durante este mês no nosso país? Influencia o surf português, de alguma forma?

Acho que a visibilidade é otima se tivermos vários surfistas portugueses a participar. Se não houver surfistas portugueses a participar a visibilidade é nula. E pode haver mais apoio aos surfistas e talvez atribuir mais wildcards aos portugueses e não tanto aos surfistas estrangeiros. Mas acho que tudo isto é um início e todos nós estamos a aprender com este “boom” do surf, por isso todos nós, a trabalhar juntos, vamos conseguir tornar isto ainda melhor do que já está! O surf ainda tem muito para dar e para desenvolver. É ótimo termos esta promoção toda e mostrar que Portugal tem muito para dar no mundo do surf. Apesar de o Tiago [Pires] já nos ter aberto imensas portas, acho que podemos ainda subir muito mais.

 

ST: Como vês a nova geração de surfistas portugueses?

Cada vez vemos mais jovens bons surfistas e o surf tem evoluído muito em Portugal. Tem um grande futuro pela frente. 

 

 

 

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