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quinta, 10 outubro 2013 14:22

FANNING RAPTADO... MAS SÓ EM FILME

Durante 21 dias andou por todo o mundo. O resultado é o filme "Missing" do realizador Taylor Steele.

 

"Vou viajar não sei para onde e não sei durante quanto tempo. É como se estivesse a ser raptado.” As palavras são de Mick Fanning e fazem parte do filme “Missing”, um trabalho do realizador Taylor Steele que, em julho deste ano, “raptou” o surfista para algumas das praias mundiais mais escondidos e mais inesperados. O filme é lançado no dia 18 de novembro.

 

No filme, Mick conta com a companhia de alguns bons amigos, entre eles John John Florence, Jordy Smith, Matt Wilkinson e Tom Curren.

  

O objetivo deste projeto foi tirar Mick Fanning da competição da ASP por uns dias. Tudo começa com um bilhete de avião, um destino incerto, e durante 21 dias o surfista australiano é recambiado para o outro lado do mundo com apenas um passaporte, uma mala e uma prancha.

 

O resultado não podia ser melhor: um surf cru, poderoso e alguns dos melhores destinos alguma vez vistos. Desde a África à Irlanda, à América Central ou Espanha, a experiência mudou Mick Fanning.

 

"Não havia planos, não havia agenda, estávamos apenas a viver. Senti que estava num mundo real pela primeira vez na minha vida e fez-me tão feliz ver o mundo com tanta clareza!”, conta o australiano, de 32 anos, que lidera o ranking da ASP.

 

"Eles fizeram um excelente trabalho comigo, deixaram-me a adivinhar, a tentar descobrir para onde íamos. O Taylor e a equipa de fotógrafos foram espectaculares. Não houve nada que não fizéssemos uns pelos outros para que o projeto resultasse”, diz ainda.

 

"A determinada altura, o Taylor esteve no hospital muito doente! Tivémos de entrar às escondidas e raptá-lo para seguir para o destino seguinte. Ele aguentou-se!”, recorda Mick.

 

Em África andou por florestas. Na Irlanda, passou por um bar onde encontrou o seu amigo Taylor Knox e a mulher Karissa, que o esperavam com uma caneca de Guinness. Num destino escondido, encontrou John John Florence. Numa outra floresta, à espera junto a uma palmeira estava Tom Curren.

 

“Conhecendo o Mick, há muitas coisas sobre ele que normalmente não chegam aos media e esta é uma grande oportunidade de mostrar às pessoas o homem fantástico e excelente companheiro de viagem que ele é. Estou orgulhoso deste trabalho”, concluiu Taylor Steele.

 

Patrícia Tadeia


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