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Tomás Gonçalves considerou positiva a experiência havaiana. Tomás Gonçalves considerou positiva a experiência havaiana. Foto: Paulo Kid | @paulokid

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quinta, 10 janeiro 2019 15:09

Tomás Gonçalves: “A temporada no Havai fez-me crescer como pessoa e surfista”

 Aos 14 anos, o jovem surfista da região oeste viveu a sua primeira experiência no North Shore... 

 

O Tomás Gonçalves é um dos jovens surfistas de referência em Portugal, não só pelas magníficas praias de Santa Cruz, de onde é local, mas também de toda a região oeste. É um dos “young guns” da competição nacional cuja margem de progressão é enorme.

Com a viragem do ano, aproveitámos para fazer o rescaldo da sua primeira temporada havaiana. 

 

Sendo a primeira temporada, conta-nos como correu e se correspondeu às tuas expetativas?

Tomás Gonçalves: A minha primeira temporada havaiana correu da melhor maneira possível, pois treinei todos os dias - menos nos dias flat - e, com certeza, foi uma viagem que superou as minhas expetativas pelo lado positivo. Senti-me casa e apoiado por todos.

 

Quais e onde as sessões de destaque em que estiveste presente?

TG: Estive presente nas sessões de free surf antes do QS10,000 em Sunset Beach, também nos free surfs matinais em Pipeline antes do campeonato mundial Billabong Pipe Masters.  

 

“Conviver com os melhores do mundo

é uma experiência muito boa"

 

- Tube time algures pelo North Shore. Foto: Paulo Kid | @paulokid

 

Sabemos que ficaste sempre sob a alçada da armada zuca. Fala-nos disso… com quem estiveste e como foi conviver, em pleno North Shore, com alguns dos surfistas da elite mundial?

TG: Eu fiquei numa casa com o Vitor Mendes, Daniel Templar, Paulo Kid (um amigo do pai e o nosso treinador no Havai), a sua esposa e o filho. Convivia todos os dias com o Ian Gouveia, Jesse Mendes, Willian Cardoso, Alejo Muniz e muitos outros. Conviver com os melhores do mundo é uma experiência muito boa, é sempre uma boa vibe e tratávamos-nos como se fôssemos uma família!

 

“Depois desta temporada sinto-me muito mais

à-vontade para surfar ondas maiores"

 

- A vibe diária com a armada zuca. Foto: Paulo Kid | @paulokid

 

Como analisas a hegemonia brasileira esta temporada?

TG: Como eu referi anteriormente, os brasileiros da elite são muito unidos em tudo, não só na parte profissional, e tratam-se como uma família! 

 

Em nota de balanço, em que medida a temporada havaiana pode vir a ajudar-te nos próximos tempos? 

TG: Esta temporada no Havaí pode vir a ajudar em futuras viagens, pois fez-me crescer muito como pessoa e como surfista. Depois desta temporada sinto-me muito mais à-vontade para surfar ondas maiores.

 

- Ataque ao lip bem vertical em Rocky Point. Foto: Paulo Kid | @paulokid

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Nota: Tomás Gonçalves integrou a equipa do Ericeira Surf Clube que se tornou Campeã da Taça de Portugal de Surfing em 2018

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