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sexta-feira, 16 abril 2021 16:09

O Guia de Surf das Maldivas

As Maldivas são um destino de referência para quem procura exotismo e surf de qualidade

As Maldivas são uma nação tropical no Oceano Índico, um pequeno país insular a sudeste do Sri Lanka e da Índia, a sul do continente asiático e constituído por 1 196 ilhas, das quais 203 são habitadas. As ilhas estão agrupadas em 26 atóis (ilha oceânica em forma de anel). A sua capital é Malé e a moeda utilizada é a rufia maldivana. O idioma oficial das Ilhas Maldivas é o dhivehi.

 

 

As Maldivas são conhecidas pelas praias de areia fina e branca e de água quente e azul cristalino, pelas lagoas azuis e pelos extensos recifes com corais e peixes de todas as cores. Esta nação é o destino ideal para quem procurar desfrutar intensamente de praia e do mar. É também um destino muito apelativo para quem pretende praticar surf, não fossem as suas ondas perfeitas, aliadas à beleza natural, de cortar a respiração. 

São inúmeros os surfistas profissionais nacionais e internacionais (Taj Burrow, Maya Gabeira, Miguel Blanco) que ficaram rendidos a este paraíso de clima tropical, quente (29º-32º) e húmido ao longo de todo o ano. Este é caracterizado pela monção de sudoeste que traz um clima mais instável com alguma chuva e vento, de maio a outubro e pela monção de nordeste, de novembro a abril, cujo clima é mais seco e com sol, mas com menos ondulação.

 

 

Quando, porque e onde surfar nas Maldivas?

 

As Maldivas têm três grandes zonas de surf:

  • Atóis de Malé: temporada de março a outubro.
  • Atóis Centrais: temporada de maio a agosto.
  • Atóis Externos: temporada de final de fevereiro a abril e final de agosto a outubro.

Nos meses de Março a Outubro, é aconselhado surfar no Atol de Malé (Norte) onde se encontram a maioria dos surf spots mais conhecidos como Lohis, Chickens, Sultans, Jailbreaks, Honkys, Cokes (direita perfeita com três secções de onda e que quebra sobre uma bancada de corais) e Ninjas. Estes picos oferecem ondas para todos os gostos e todos os níveis, uma mistura de esquerdas e direitas com média de 3 a 8 pés. Durante os meses de Março/Abril a Outubro as condições de vento são predominantemente off-shore durante todo o dia.

É no Atol de Malé (Norte e Sul) que se encontram também a maioria dos resorts com variadíssimos programas de surf e as ondas mais consistentes e conhecidas. 

De Junho à Agosto é quando o surf tem maior potencial de ondas grandes, embora as tempestades tropicais possam também ser mais comuns nestes meses.

Os meses de Setembro e Outubro são muito consistentes para swell, com ventos variáveis e tempestades tropicais menos frequentes. Novembro ainda é bastante consistente para ondas de tamanho médio e o clima normalmente é perfeito.

 

 

São muitas as opções de surftrips nas Maldivas, desde hospedar-se em hotéis de luxo e surfar ondas exclusivas para os hóspedes a explorar o oceano numa viagem de barco, atrás de ondas perfeitas e também exclusivas para quem está a bordo. 

 

"Ondas com power e consistência, água quente e uma beleza sem igual, fazem das Maldivas o destino de sonho de quem procura surf de qualidade, conforto e segurança"

 

As ondas nas Maldivas

Chickens – Point break de longas esquerdas com várias seções.
Cola’s – Direita mais curta, onde se encontram alguns dos melhores tubos das Maldivas.
Lohi’s – Esquerda que quebra de frente ao Hotel Hudhuransfushi, com seções bem manobráveis e alguns tubos.
Ninja’s – Direita fácil, para níveis mais iniciados.
Pasta Point – A esquerda mais longa que existe no mundo todo.
Sultans – A direita mais consistente das Maldivas, que quebra com grande frequência e tem um tamanho médio.
Jailbreaks – Excelente direita com uma sessão atrás da outra.
Furana – Direita bastante longa. 
Ying Yang – Direita perfeita e constante. Inside tubular.

 

Situação atual COVID19

As Maldivas encontram-se com as fronteiras abertas e apenas algumas restrições moderadas. É obrigatória quarentena parcial à chegada e no regresso a Portugal (só é possível sair de casa para ir à escola, ao trabalho e em outras situações consideradas essenciais, como comprar comida e medicamentos), sendo, ainda, necessário o preenchimento de um formulário e os passageiros devem apresentar um teste negativo à COVID19, feito, no máximo, 96 horas antes da chegada. 

 

 

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