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terça, 14 maio 2019 08:42

PONTUAÇÕES DOS JUÍZES VOLTAM A GERAR POLÉMICA

Após o polémico heat na final do Rip Curl Pro Bells Beach entre John Jonh John Florence e Gabriel Medina, o julgamento por parte dos juízes em campeonatos mundiais continua a dar que falar...

O Red Bull Cape Fear foi mais um evento onde os critérios de pontuação não pareceram claros.  Os surfistas podiam escolher entrar na onda através de remada ou tow in, sendo que as ondas remadas tinham uma pontuação maior que as ondas de tow in, devido ao grau de dificuldade, embora a percentagem nunca tivesse sido revelada, o que levantou muitas duvidas quando James Hollmer-Cross conseguiu um score de 10 pontos perfeitos numa entrada de tow in numa onda com potencial para ser remada. Afinal quanto pontuaria um surfista ao surfar uma onda semelhante na remada?

Igualmente intrigante foi o julgamento na ronda 1 da terceira etapa do Championship Tour (CT) em Keramas quando os juízes pontuaram uma nota excelente de 9 pontos em 10 possíveis ao aéreo reverse de Filipe Toledo no heat 5.

Mais tarde, no heat 9, Kelly Slater fez um carve 360 tendo os juízes pontuado a onda com um 4.6 em 10 pontos possíveis.

Embora Toledo e Slater tenham surfado em heats diferentes, o que não se deve comparar, a diferença de pontuação foi tão grande que levantou duvidas.

A WSL depressa promoveu a onda na sua página de instagram recebendo centenas de comentários depreciativos em relação aos juízes, o que levanta mais uma vez a questão.

Será que o critério de avaliação/pontuação no surf profissional está a passar uma crise?

Fica a pergunta...


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