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sexta-feira, 05 junho 2020 08:11

SAL MASEKELA FALA SOBRE RACISMO NO SURF

Num paddle out em memória de George Floyd...

 

O vídeo da asfixia de George Floyd, morto pela polícia de Mineápolis na semana passada, correu o mundo e não deixou ninguém indiferente.

O cidadão afro-americano faleceu após um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção, apesar de Floyd dizer que não conseguia respirar.

A divulgação das imagens chocou o mundo e deu origem a protestos em dezenas de cidades norte-americanas.

A comunidade do surf não ficou indiferente e desde então tem vindo a mostrar o seu respeito pela perda de George Floyd, apoiando a campanha #BlackoutTuesday, que tem como objetivo promover um momento de reflexão contra o racismo e a morte de pessoas negras, e realizando paddle outs, como o que se realizou ontem em Moonlight Beach, Encenitas, Califórnia.

Oito minutos e 46 segundos de silêncio, o tempo que levou o polícia americano a matar George Floyd, foram partilhados por uma multidão que rondou entre os 500 e os 1000 participantes, mas o discurso de Sal Masekela, um apresentador de televisão e comentador de desportos de ação, mostrou algo nem sempre falado no surf - que o racismo também pode ser vivido dentro de água.

 

 

 

 

“Os surfistas negros conhecem e têm experienciado desafios nesta comunidade, que provavelmente vos deixariam chocados, porque tem sido muito difícil para algumas pessoas de perceber que pessoas que não se parecem com elas amam o oceano tanto quanto elas.”


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