Com Manu Bay em espera, estrelas do CT encontram ondas em Ruapuke segunda-feira, 18 maio 2026 22:17

Com Manu Bay em espera, estrelas do CT encontram ondas em Ruapuke

 Kika Veselko, Jack Robinson, Italo Ferreira, Rio Waida, Griffin Colapinto, Caroline Marks e outros surfistas aproveitaram um lay day do New Zealand Pro para uma sessão de freesurf perto de Raglan.

 Enquanto a etapa do Championship Tour continua condicionada pela falta de ondas em Manu Bay, vários atletas procuraram alternativas na zona de Raglan. Segundo portugueses presentes no local, a praia surfada no vídeo é Ruapuke.

Com o Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy a enfrentar dificuldades para avançar em Manu Bay, devido à falta de ondulação consistente, alguns dos melhores surfistas do mundo aproveitaram um lay day para procurar ondas noutra praia da região de Raglan.

Num novo vídeo publicado por Josh Pomer Surfing, surgem nomes como Jack Robinson, Italo Ferreira, Rio Waida, Griffin Colapinto, Cole Houshmand, Caroline Marks, Lakey Peterson e Ramzi Boukhiam numa sessão de freesurf apresentada como tendo ocorrido num “secret spot” perto de Raglan.

No entanto, segundo portugueses presentes na zona e contactados pela Surftotal, a onda surfada no vídeo é Ruapuke, uma praia conhecida da região, situada a sul de Raglan, e que pode oferecer condições interessantes quando Manu Bay não está a funcionar com a consistência desejada.

O vídeo ganha especial relevância pelo contexto atual da prova. Manu Bay tem sido o palco escolhido para a primeira etapa do CT em Raglan, mas a janela tem sido marcada por pausas, chamadas off e heats realizados em condições pequenas e irregulares. A WSL tem sido obrigada a gerir cuidadosamente cada momento de ondulação disponível, numa corrida contra o tempo para concluir a competição dentro do período de espera.

Enquanto isso, Ruapuke mostrou outro lado da costa neozelandesa. A sessão captada por Josh Pomer apresenta ondas divertidas, com mais espaço para manobras progressivas e uma abordagem de freesurf bastante diferente da tensão competitiva de Manu Bay.

 

Ainda assim, o vídeo levanta uma questão inevitável: se há ondas noutras praias próximas, poderia a WSL considerar alternativas a Manu Bay?

Na prática, uma mudança de local em plena etapa do Championship Tour é sempre complexa. A estrutura de transmissão, acessos, segurança, público e logística estão montados em Manu Bay. Além disso, Raglan foi escolhida precisamente pela sua longa esquerda de point break, muito diferente das condições de beach break de Ruapuke.

Mas num período de espera apertado e com a ondulação a falhar no local principal, estas imagens mostram que a região tem mais para oferecer do que apenas Manu Bay.

Por agora, a etapa continua dependente das próximas chamadas oficiais da WSL. Mas enquanto a competição espera por ondas, os surfistas continuam a fazer aquilo que melhor sabem: procurar ondas, adaptar-se e transformar cada lay day numa nova oportunidade dentro de água.

Assiste ao vídeo abaixo:

Itens relacionados

Perfil em destaque

Scroll To Top