UM TRIPLE CROWN À PORTUGUESA Rita Neves

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quinta, 24 outubro 2013 16:22

UM TRIPLE CROWN À PORTUGUESA

A Surf Total faz as contas do Moche Series - Cascais Trophy.

 

Ora vamos lá a contas. Para que não restem dúvidas, a Surftotal dá-te conta de quem vai na corrida para o Moche Series - Cascais Trophy. Antes de mais, e para que fique claro, este é um prémio que vale 50 mil dólares e que, à semelhança da Triple Crown havaiana, que todos os anos integra os eventos da ASP realizados no final de cada temporada no North Shore, coroa, neste caso, um vencedor global no total de 3 provas: o Sata Airlines Azores Pro presented by Sumol (Prime), o Moche Pro Portugal presented by Rip Curl (a contar para o WCT) e, por último, o Cascais Billabong Pro (Prime).

 

No primeiro lugar da corrida temos, assim, o norte-americano Clifton James Hobgood, mais conhecido por CJ Hobgood. Depois de ter conseguido dois quintos lugares, quer no Sata Airlines Azores Pro presented by Sumol, quer no Moche Pro Portugal presented by Rip Curl, CJ tem neste momento 6.640 pontos (3.320 de cada uma das provas).

 

Em segundo lugar, está Adam Melling. O australiano ficou mais bem pontuado no Prime dos Açores, mas teve um resultado pior do que CJ em Peniche. Enquanto nos Açores alcançou um segundo lugar (só batido pelo brasileiro Tomas Hermes), que lhe valeu 5.200 pontos, no Moche Pro, Adam obteve um 13º lugar, que equivale a 1.300 pontos. Assim, no total, o australiano tem neste momento 6.500 pontos. Está assim a apenas 140 pontos do primeiro classificado.

 

Em terceiro lugar, nesta prova, encontra-se Alejo Muniz, com 4.620 pontos. O brasileiro totaliza um 5º lugar nos Açores e um 13º em Peniche, e uma ótima prestação, por Carcavelos, até agora.

 

Quem também se tem portado bem no Cascais Billabong Pro é o australiano Mitch Crews, que conseguiu um 3º lugar nos Açores. Este resultado valeu-lhe 4.225 pontos, e embora não tenha participado em Peniche (pois compete apenas no circuito de qualificação), uma boa prestação em Carcavelos pode valer-lhe uma vitória. 

 

Um troféu combinado como este só pode trazer vantagens para o nosso país. E foi isso mesmo que Francisco Spínola, da organização dos eventos, avançou à SurfTotal, há umas semanas, antes de tudo começar. “O que conseguimos fazer foi um evento combinado como existe no Havai. Um Triple Crown à portuguesa, que começou nos Açores. Há um ranking combinado para as três provas, para os melhores classificados entre o prime dos Açores, o WCT e o prime em Cascais”, disse.

 

Sobre o troféu, Francisco Spínola acrescentou: “Há um prémio de 50 mil dólares, designado Cascais Trophy, que vai permitir criar maior expectativas à volta das provas portuguesas, e por outro lado garante-nos que muitos atletas que usualmente só fazem as provas do WCT fiquem por cá e façam o Prime. Basicamente foi garantir que, em vez de os melhores do mundo estarem cá 10 dias, ficam cá um mês.”

 

E assim foi. A prova recomeça amanhã com call para as 7h45 em Carcavelos. Não vais querer perder!

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