Sri Lanka: um mês entre ondas perfeitas, calor tropical e pouca pressão de inverno

 Pedro Pimenta regressou ao Sri Lanka, desta vez acompanhado por Francisco “Urso” Oliveira.

Depois de um inverno marcado por sucessivos temporais em Portugal durante janeiro e fevereiro, Pedro Pimenta regressou ao Sri Lanka, desta vez acompanhado por Francisco “Urso” Oliveira, numa viagem com um objetivo simples: fugir ao frio e procurar consistência.

Durante um mês exploraram a zona de Ahangama e Weligama, na costa sul do país — região onde se concentram algumas das melhores ondas do Sri Lanka.

O relato de Pedro Pimenta

“De volta ao Sri Lanka com Francisco ‘Urso’ Oliveira para escapar aos temporais que fustigaram o território nacional durante janeiro e fevereiro e ficarmos a conhecer melhor a zona de Ahangama e Weligama.

O Sri Lanka é um país com uma costa enorme, mas é na costa sul e sudeste que predominam as principais ondas, com uma enorme diversidade de picos — beach breaks e reef breaks — com ondas para todo o tipo de surfistas.

O glass matinal, quase diário, oferece ótimas condições para quem gosta de se levantar cedo. Ondas como Rams, Kabalana, Animals e Plantations foram as que mais surfámos, com destaque para alguns locais que, para quem viaja e quer surfar nestes picos, devem ser respeitados — a maioria dos locais é bastante amigável.

No primeiro swell apanhámos ondas bastante boas em Animals — uma esquerda e uma direita, misto de reef com areia, pouca gente na água, ondas compridas, bom take-off e pouco crowd.

Para terminar esta visita a este país maravilhoso, voltámos a Hikkaduwa, onde já tínhamos estado em anos anteriores, para rever o Mr. Vernon e a família, proprietários da Vernon’s Guest House, mesmo em frente ao main peak.

Esta onda, tanto de direita como de esquerda, torna-se bastante poderosa acima de 1,5 metros, com os locais naturalmente a apanharem as melhores ondas.

O que é bom passa rápido — e assim foi: um mês bem passado num país em pleno crescimento, com gente simples e amável.

Um ótimo destino para quem quer relaxar e não gastar tanto em estadia e alimentação. Voltaremos com certeza, pois existem inúmeros picos por explorar.

Obrigado, Sri Lanka.”


Custos:

Segundo Pedro, é possível fazer um mês completo por cerca de 2.600 euros, incluindo vooum valor competitivo quando comparado com outros destinos tropicais.

O transfer do aeroporto até ao local de surf tem a duração de duas horas e custa cerca de 45 euros (1500 rupiah Srilanka)

 

Por vezes há zonas em que há muita vida noturna e por esse motivo tem que se ter cuidado e não ficar instalado juntos bares ou cafés pois é barulhento à noite.


Ambiente na água:

O Sri Lanka continua a ser um destino muito procurado por surfistas europeus, com forte presença de alemães — muitos deles iniciantes — sobretudo nas zonas mais acessíveis.

Já se nota uma presença significativa de australianos, vários a surfar a alto nível, especialmente nos dias com mais mar.

Na zona de kabalana, Pedro refere que, existem momentos de maior tensão na água e atitudes menos respeitadoras por parte dos surfistas Israelitas. " Não respeitam ninguém" ainda assim, sublinha que a maioria dos surfistas locais é amigável e que, com mais swell, o crowd dispersa e o ambiente tende a melhorar.

 

 

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