Yolanda Hopkins aquando a sua vitória no QS que lhe deu a qualificação para o CT 2026 Yolanda Hopkins aquando a sua vitória no QS que lhe deu a qualificação para o CT 2026 WSL terça-feira, 27 janeiro 2026 12:46

"Pipeline é a minha onda favorita” Yolanda Hopkins a 2 dias do inicio do Pipe Challenger 2026

A primeira onda que Yolanda surfou em Pipeline foi um tubo de backside sem agarrar o rail .... 

 

A dois dias do arranque do Pipe Challenger, penúltima etapa do WSL Challenger Series, Yolanda Hopkins partilhou a sua forte ligação ao Havai e, em particular, a Pipeline, numa entrevista recente ao podcast Pulsar do Surf.

Apesar da exigência e reputação da onda, Yolanda revelou que se sentiu confortável desde o primeiro contacto com Pipeline, contrariando muitos dos alertas que recebeu antes da sua primeira viagem. “É uma onda de oceano aberto, muito poderosa, mas assim que enfrentei secções ocas e tubulares no recife senti que se adequava perfeitamente ao meu surf”, explicou.

A surfista portuguesa destacou ainda a importância da relação criada com o oceano e com a comunidade local, fatores que considera decisivos para ganhar confiança num dos lineups mais competitivos do mundo. Nos primeiros anos no Havai, passou grande parte do tempo a surfar em Pipeline, investindo também na convivência com surfistas locais.

A entrevista contou com a participação do seu treinador, Johnny, o que levou à realização do episódio em inglês. O técnico sublinhou que a abordagem ao Havai foi feita com experiência, respeito e leitura correta do contexto local, permitindo que Yolanda tivesse oportunidades reais em ondas como Pipeline e também noutros spots da ilha, como Makaha.

“Ela respeita o lineup, espera pelo momento certo e, quando tem a oportunidade, surfa com compromisso”, referiu o treinador, recordando que a primeira onda de Yolanda em Pipeline foi um tubo backside limpo e de grande dimensão — um momento que marcou definitivamente a sua ligação àquele local.

 

Este regresso a Pipeline acontece numa fase particularmente positiva da época. Yolanda Hopkins chega ao Pipe Challenger já qualificada, o que lhe permite encarar a etapa havaiana sem pressão classificativa, mas num palco onde se sente em casa e onde historicamente se expressa ao mais alto nível.

Apesar de Yolanda já ter garantido uma vaga no CT 2026 este evento em Pipeline para além de decisivo para outros atletas, nomeadamente para as Portuguesas Kika Veselko e Teresa Bonvalot, a agora surfista de elite portuguesa entra em prova com confiança, e vai com certeza aproveitar a experiência para incrementar ainda mais a relação especial com uma das ondas mais icónicas do surf mundial.

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