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sexta, 01 julho 2016 18:15

BEACH-BREAK EM DESTAQUE: PRAIA DO NORTE

A hora e a vez da tão aclamada praia da Nazaré...

 

Quando chega o verão e com ele as poucas ondas, resultado da escassez de swell típica da época, alguns beach-breaks da costa lusitana passam a ser a opção a ter em conta para uma vasta comunidade de surfistas. De junho a setembro são, quase sempre, os fundos de areia que vão fornecendo as ondas e as condições mínimas que conseguem apaziguar a fome por ondas. Atenta a este fenómeno, a Surftotal decidiu destacar algumas praias da nossa costa que fizeram fama ao longo dos tempos devido à sua extraordinária consistência. A escolha desta semana recaiu sobre a Praia do Norte, Nazaré. 

 

PRAIA DO NORTE

Ao atravessarmos a marginal, fica a ideia de que todos nós deveríamos ficar na vila tempo suficiente para vermos os pescadores irem e virem do mar. Só eles sabem de forma única a cor e o bater das ondas. Do Sítio, lá bem do alto, vê-se a suava curva da praia, as terras situadas mais a sul e a ondas a cavalgarem sobre o mar. Um espetáculo gratuito a não perder. 

Afamada pelos picos triangulares, potentes e consistentes, a Praia do Norte tem sempre algo para nos surpreender. 

 

Tipo de onda: Tubular com muita força.

Picos usuais: Por norma existem picos por toda a praia, mas com mais insistência é junto ao farol. 

Melhor swell: Funciona com qualquer um. 

Melhor vento: Leste, Sudeste ou Nordeste. 

Tamanho: Em média encontra-se com um a dois metros, mas aguenta bem maior, como se sabe. Muito dificilmente não terá umas ondas nos dias de menos swell do ano. 

Consistência: ***** (entre * e *****)

Crowd: *

Paisagem: ****

Alternativas: Praia da Nazaré, Praia do Sul, Légua ou Areeiro.  

Campeonatos: Vários, mas na calha está o Capítulo Perfeito (outubro/novembro) e ainda o Big Wave Tour que terá lugar entre outubro e fevereiro do próximo ano. 

Ponto de encontro: No estacionamento da Praia do Norte ou na praia em frente à Praça Sousa Oliveira (zona dos cafés). 

Conselho: Nunca entrar sozinho, estar em boas condições físicas e ter o material em condições (inclusive, um bom leash). 

Dica extra: Atenção redobrada com as correntes e à rápida subida da ondulação. É igualmente importante falar com os locais a fim de absorver mais alguma informação pertinente. 

 

 

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Fotografia: Hélio António

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